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domingo, 20 de março de 2011

SOBRE MUDANÇA

Decidi e essa é – nem tanto a palavra – ; mas a atitude que dá ou procura um novo sentido para a vida, como se a vida dela carecesse para se metamorfosear. Tenho novas borboletas! Decidi aprender francês, interesse que já me levara a começar um curso a tempos atrás e interrompe-lo por motivo que não foi a falta de vontade. Decidi aprender a preparar um prato novo. Uma sugestão: não sei “fazer” o “um” feijão e isso não quer dizer que eu via fazer feijão. Apesar de eu já ter me gabado de um simples arroz, do macarrão alho e óleo com alguns ingredientes a mais e de um strogonoff simples, mas realmente delicioso e de ter deixado algumas senhoritas com água na boca; não sou cozinheiro. Ah, já ia me esquecendo! Também faço uma omelete com mussarela – e bem sei que não é assim que se escreve – que realmente é muito boa. A mudança já está aqui, mas de modo ainda muito incipiente. A ‘decisão’ de decidir mudar já foi tomada. Espero sinceramente que ela adquira força cada vez mais crescente e atinja magnitudes nunca alcançadas por minha vontade que sempre fraquejou em meio aos obstáculos e as inúmeras frustrações. Quero dizer, ou melhor, esclarecer que tal semente de casualidade a produzir tais frutos foi implantada de modo sincero e apaixonante por uma mulher, radiante como o por do sol no coliseu de Roma ou as luzes que convidam à noite sob a gigantesca torre Eiffel. O paraíso está logo adiante, mas acredito que seja necessário passar pelo inferno e pelo purgatório do cotidiano amadurecer com suas arrasadoras correntes mornas.

Um comentário:

Leila S Ribeiro Uzum disse...

Expandir a consciência é mudar, conhecer a si mesmo é o caminho, assumir responsabilidade pelas escolhas é crescer e fazer escolhas é assumir o risco pela decepção, frustração ou pela realização e prazer.
Enfim a experiência é o viver cheio de dores e alegrias.
Expressos por nós meras crianças que oscilamos entre o prazer e a realidade.
Seguir em equilíbrio é sentir um contentamento com o que se tem.
Porém os impulsos nos levam ao risco, e melhor é nos arriscar do que nunca saber o que teria sido, Pois viver a tormenta do arrependimento é cair no mar da culpa atraindo todo tipo de castigo.
Para seguir os caminhos do coração é preciso utilizar a razão.

Beijos

Leila S Ribeiro Uzum